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terça-feira, 17 de novembro de 2009

domingo, 25 de janeiro de 2009

Um problema de memória ?..

À política o que é da política e à justiça o que é da justiça.
É assim que tem que ser.Que deveria ser.
E é assim, e por isso, que José Sócrates deve dar explicações;
o primeiro-ministro deve explicações ao País.
E se, por acaso, houver lugar a quaisquer falhas de memória, quem sabe se umas doses valentes de CEREBRUM, das fortes, não ajudariam José Sócrates.
Nunca se sabe; né !!!
PS - Em jeito de declaração de interesses, declaro, e para os devidos efeitos, que não sou accionista de qualquer empresa do ramo farmacêutico, pelo que, a mim, tanto se me dá que o “Menino de Ouro” utilize o Cerebrum e/ou quejandos, desde que, naturalmente, e com isso, possa actualizar as “meninges”…
Eu, enquanto a accionista, só (de)tenho acções do BCP e do BENFICA; infelizmente, acrescento eu …

sábado, 3 de janeiro de 2009

"Reformados por doença ... mas a trabalhar"

Imaginemos a Senhora X e o Senhor Y.
Ambos - ela com 53, ele com 57 anos - foram reformados por alegados "motivos de saúde".
Porém, a Senhora X e o Senhor Y, não são uns quaisquer reformados; eram, ambos, ex-administradores de uma determinada Instituição de Crédito, cuja administração foi, então e em 2005, demitida pelo governo...
Porém, a Senhora X e o Senhor Y, após a saída/demissão, e porque muito provavelmente teriam direito a uma mui "parca" reforma, (re)começaram, desde logo, a trabalhar em grupos financeiros e empresariais ...

Infelizmente, não estamos perante uma ficção.
Trata-se de uma situação factual que, hoje, vem "plasmada" na primeira página do Caderno de Economia do Expresso.
Os protagonistas têm nome, têm rosto :
- a Instituição de Crédito é a Caixa Geral de Depósitos;
- a senhora chama-se Gracinda Raposo;
- o senhor chama-se António Vila Cova;
- o motivo da reforma : invalidez;
- as empresas para as quais trabalharam e trabalham : Mota-Engil, Finantia, BPN, Santander, A.Santo, ECS;
- a reforma, esta, "cai" todos os meses e não será "miserável".

Enfim, este é o (nosso) triste país. O real.
Onde, uma certa elite emergente, perfeitamente identificável, de uma forma ou de outra, e sempre muito sinuosamente, consegue viver à margem da "margem".

Até quando, e para quando, uma verdadeira vassourada ?..

segunda-feira, 2 de junho de 2008

5 (cinco) vezes mais ?..

Ora, eu que sou, assim, um tão ou quando dado a ingenuidades, interrogo-me :
será, isso e mesmo, verdade ?..
«O Estado está a pagar por uma rede de comunicações do Ministério da Administração Interna um total de 485,5 milhões de euros, cinco vezes mais do que poderia ter gasto se tivesse optado por outro modelo técnico e financeiro. (…)»
Entretanto, e a ser verdade, como foi possível que o líder do grupo de trabalho que idealizou o sistema de comunicações do Estado não tenha sido ouvido no âmbito do inquérito do Ministério Público ?
Pois, o problema, a haver qualquer problema, deve radicar na minha pessoa:
- decididamente, tenho, cá, muitos problemas de/para entender a(s) lógica(s) do(s) "sistema(s)" ...