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sexta-feira, 8 de abril de 2011

A(s) dinâmica(s) do sistema ...


Entre quem nos governa e quem governa os bancos ... pois que venha o diabo e escolha:
 
 Fernando Ulrich
29 Outubro - "Entrada do FMI em Portugal representa perda de credibilidade"
26 Janeiro - "Portugal não precisa do FMI"
31 Março - "Por que é que Portugal não recorreu há mais tempo ao FMI?"
 
 Santos Ferreira
12 Janeiro - "Portugal deve evitar o FMI"
2 Fevereiro - "Portugal deve fazer tudo para evitar recorrer ao FMI"
4 Abril - "Ajuda externa é urgente e deve pedir-se já"
 
 Ricardo Salgado
25 Janeiro - "Não recomendo o FMI para Portugal"
29 Março - "Portugal pode evitar o FMI"
5 Abril - "É urgente pedir apoio... já"


Eis a dinâmica do sistema - conluio premeditado e programado pela banca - cujas consequências estão à vista e, tanto quanto (me) parece, não se podem contestar (???)...
Será que, ainda assim, há quem acredite que não existe conluio e premeditação em toda esta "encenação" ?
E, ainda, haverá quem tenha dúvidas que quem "paga(rá)" serão as vítimas do costume ?..

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O nosso triste fa(r)do ...


Se, por acaso, quiser ver, com "olhos de ver", os figurantes que alimentam este (nosso) triste fa(r)do, basta(rá) fazer um clique na imagem.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Uma questão de carreirismo ...



Clike na imagem ... e aprecie a competência e/ou será, antes e mesmo, uma questão de puro e duro carreirismo ???

sexta-feira, 20 de março de 2009

Tá porreiro, pá !..

Com o apoio manifesto e declarado de José Sócrates, Durão Barroso é (re)candidato a Presidente da Comissão Europeia fazendo-se, assim, juz ao velho e estafado ditado que :
"os Amigos são para as ocasiões"...
Pelos vistos, não se pretende qualquer mudança, por mais pequena que seja, na liderança Europeia e, talvez possamos, todos e cada um(a), perceber melhor a inutilidade do "cherne" no cargo.
Eis, assim, e por isso, a Europa que temos;
se a Europa tem como expoente Durão Barroso :
« … não vai muito longe ».

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Dias Loureiro = clareza e transparência ...

Hoje, no Dia Mundial da Televisão, a RTP1, talvez no sentido de comemorar a efeméride, e com grande sentido de Estado (?), teve um convidado surpresa, mas de honra :
o Dr. Manuel Dias Loureiro (MDL).
Gostei, sobretudo, daquela parte da entrevista em que MDL, algo solenemente, proclamou :
- “ … uma das melhores coisas da vida é ser claro e transparente “
Tocou-me fundo, bem fundo, a fluência discursiva de MDL.
Só tenho pena, que MDL, qual homem de mil ofícios, não tenha requisitado um “adereço” que, na circunstância, lhe assentaria que nem ginjas : - umas asinhas de anjo …
Ora, depois desta oportuna entrevista, superiormente conduzida pela D. Judite de Sousa, só tenho que estar grato, muito grato a Manuel Dias Loureiro :
- eu, pela minha parte, voltei a acreditar no Pai Natal !!!

sábado, 15 de novembro de 2008

O bobo e a bandeira

Por uma vez, devo confessar, estou de acordo com Manuel Monteiro. Na sequência do episódio protagonizado por um deputado regional do partido de que é (ainda) presidente, afirmou ele que, depois destes anos todos a aturar as ofensas à República (e, sobretudo, à democracia), a desobediência fanfarrona perante as suas leis, a alarvice mal-educada para com os seus pares políticos, as grosserias destemperadas, as pulhices manhosas, enfim, o mau hálito (pum!) do Jardim – que Jaime Gama denominou, em tempos (outros tempos!) por ‘Bokassa da Madeira’ – não resta senão uma de duas: ou o poder da República actua no sentido de o obrigar a cumprir o que os seus órgãos determinam se aplique a todo o espaço nacional (é o mínimo exigido), ou então, se esse poder se sente fraco de mais para intervir, o único caminho que resta é dar aos madeirenses a independência, já que estes, não obstante a anomalia que tal estado de coisas comporta, parecem satisfeitos com a situação! Quem certamente o não está é o resto do País, obrigado a sofrer o desaforo deste presunçoso e mal-agradecido bigorrilha (feito às custas da democracia, diga-se), sujeito à permanente chantagem canalha e, para cúmulo, a solver-lhe as dívidas contraídas nas obras do regime!

É que se a atitude do deputado PND da Madeira é (justamente) condenável, então que dizer dos comportamentos ‘acima da lei’ a que frequentemente se arroga o direito de ascender o omnipotente Alberto João? Ou das suas reiteradas atitudes intimidatórias, atirando insultos sobre os inimigos políticos, desdenhando dos ‘amigos’ quando dele discordam, classificando tudo o que mexe de fascista ou comunista (na sua mente delirante não há distinção...), e de outras inenarráveis (mesmo em ‘blog’) e aleivosas picardias! E o que é mais irritante é que o faz com aquele sentimento de impunidade e sobranceria, que lhe advém da certeza firmada ao longo de dezenas de anos de desafiante desfaçatez perante a completa inoperância (por vezes, é certo, um mal disfarçado e contranatura conúbio, veja-se os casos dos OE negociados) dos ‘cubanos do Contenente’.

A cena da ‘bandeira nazi’ mereceu vivo e unânime repúdio, as cenas canalhas do Jardim – atentatórias das mais elementares regras democráticas, vexatórias da dignidade dos atingidos – são levadas à conta dos excessos histriónicos do personagem e, por daí se deduzir a sua inimputabilidade, desconsideradas e merecedoras de... sorrisos amarelos (de impotência?). O gesto desajeitado e fora de propósito do deputado do PND serviu, no entanto, para chamar a atenção, mais uma vez, para uma situação que todos consideram democraticamente insustentável, mas que nenhum poder democrático se atreveu, até agora, a afrontar – ou sequer contrariar (porventura por receio (?) da habitual escalada alarve e chantagista), para além de algumas muito veladas críticas e inócuas posições.

Posições mesmo a jeito do Jardim – rematará, ufano, o Alberto João!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Res Publica = funeral das Fundações Antero de Quental e José Fontana …

Com muita pompa e circunstância, com a costumeira e escandalosa propaganda, José Sócrates, muito bem acolitado, lá “lançou” a Res Publica, um think tank presidido pelo insigne “socialista” António Vitorino.
O que José Sócrates e os seus acólitos não referiram, escamoteando o facto de forma propositada, foi que o nascimento deste think tank ( um termo mais “moderno”, muito mais apropriado à “dimensão” e à “modernidade” do actual secretário-geral do PS ) está directamente relacionado com o funeral das Fundações Antero de Quental e José Fontana.
Sócrates, já em 2005 que perseguia o objectivo da criação de um think tank; a “coisa”, com uma terminologia estrangeirada, sempre teria, assim, um toque mais “modernista”, muito mais condizente com a sua ( de Sócrates ) condição de “homem moderno” e, vai daí, em vésperas do congresso do PS , em Novembro de 2005, deu claras instruções no sentido de colocar as Fundações Antero de Quental e José Fontana à venda.
E, assim e com José Sócrates, se faz a “modernidade” no PS.
Até quando ?..

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Os “atrasos” de Manuela Ferreira Leite …

Após um longo silêncio (?), Manuela Ferreira Leite (MFL), qual “esfinge” no feminino, lá se dispôs a aparecer em público tal como, de resto, havia prometido e encerrou a Universidade de Verão do PSD com um discurso que, de tão vazio de ideias (próprias), acabou por ser ( o discurso ) mais que óbvio …
MFL, qual novidade (?), proferiu criticas à governação, acusando José Sócrates e o PS de “um clima de mistificação só possível porque está apoiado por uma máquina de comunicação e de acção pouco democrática”
Ainda, e em clima de grande novidade (?), MFL - discursando para uma plateia, onde e na primeira fila, pontificavam, entre outros, “jovens” como Luís Marques Guedes, Vasco Graça Moura, João de Deus Pinheiro, José Aguiar Branco e, claro, o inefável António Borges - adiantou que :
“o Governo confunde autoridade com autoritarismo, esgota-se a impor quando devia ouvir, despreza o estatuto da oposição e abafa qualquer tentativa de participação séria e democrática”.
Pois, que grande novidade D. Manuela …

Só é pena, mesmo, que a Senhora não perceba (?) que, em/na politica ( e não só ) o "nú nunca se deve rir do mal vestido" …
Ah... e já agora, D. Manuela, será verdade aquilo que, incrédulo (?), li nos jornais e que fontes do seu gabinete (re)confirmaram :
- que a Senhora não entregou, em tempo útil e como deveria ser e a quem de direito, a respectiva declaração de IRS ?..
Pois é, D. Manuela, convém que em/na política ( e não só), não se esqueça que : o "nú nunca se deve rir do mal vestido" ...
Percebeu ?..

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

O “borda fora” e as "cenouras" do/no PS …

Vítor Ramalho é deputado do PS, eleito pelo circulo de Setúbal, e o Presidente da 11ª. Comissão Parlamentar, do Trabalho e Segurança Social na Assembleia da Republica.
É, ao que parece, um “soarista” – seja lá o que isso seja no PS – e, de quando em vez, temo-lo visto e ouvido “zurzir” no PS, neste “socialismo moderno” de José Sócrates.
Muito recentemente, declarou à imprensa que :
«é necessário dar mais atenção ao partido, ao ideário, à luta por valores e princípios, aos que sofrem, pois a matriz socialista é indispensável como o pão para a boca ».
E, ainda e oportunamente, escreveu que :
« Neste novo mundo, crescentemente globalizado e unipolar, parece que a essência dos critérios que hoje motivam a acção dos governantes são só ou prevalecentemente de natureza pragmática».
É, pelos vistos, Vítor Ramalho, embora “soarista” - seja lá o que isso seja no PS - um militante demasiado incómodo neste PS, para este “socialismo moderno” de José Sócrates, sobretudo, agora e que a mui breve trecho, com o reinicio dos trabalhos na Assembleia da Republica, será discutido o Código do Trabalho.
Então, vai daí, e tanto quanto me foi dado saber, Vítor Ramalho terá sido convidado para presidir ao Inatel.
O convite, este, terá partido do Ministro do Trabalho e da Segurança Social, José Vieira da Silva.

Ora, nem mais; no PS, para este "socialismo moderno" de José Sócrates, é assim : quem possa causar qualquer estorvo vai "borda fora" e/ou, então, utiliza-se a estratégia da "cenoura"...
Aceitará, Vítor Ramalho, o convite ?..
Ou, será que, e para além de "soarista" - ou seja lá o que isso seja no PS -, Vitor Ramalho será, também e afinal, mais um carreirista ?..