
Salvo seja a comparação, até parece a "relação" de Carlos Queirós enquanto e como treinador principal das equipas das quais tem sido "timoneiro" ... uma vez que, e enquanto treinador-adjunto, será provavelmente um dos melhores do mundo ...




Robert Enke (1977-2009) suicidou-se ontem, aos 32 anos.
Quem tem a lucidez de defender que “discussão não é percurso e que jogo falado é uma coisa, jogo treinado outra e jogo jogado outra ainda” só tem - para já - que merecer a minha solidariedade e o meu apoio.
Nos últimos dias e a nível doméstico – para além do interminável caso BPN e do frisson político gerado em torno da putativa “ignorância” do Nuno Melo, que Constâncio verberou no candidato pendura (posto à boleia do mediatismo do caso) – sobra ainda esse rocambolesco episódio que opôs o Vieira do Benfica ao Salvador do Braga, a propósito da já consumada transferência (???) do Jesus treinador.
Falta de sorte ou azar – seja o azar o que quer que seja – Portugal, com Carlos Queirós como seleccionador, tem meia dúzia em dezena e meia de pontos possíveis, o que pode(rá) ser manifestamente curto, mesmo insuficiente para Portugal estar presente no p.f. Mundial de Futebol/2010.
Num péssimo jogo de futebol, do pior que tenho visto entre as duas equipas, muito quezilento e, acima de tudo, com uma equipa de arbitragem muito incompetente, defender três grandes penalidades, logo três, é digno de registo.
Manoel de Oliveira, uma das maiores personalidades da cultura Portuguesa, foi recente e justamente homenageado pelo FCPorto.