Ora, e como se não (me) bastasse ter insónias e ser fraco de espírito, então não é que, hoje, e durante hora e meia, vou torcer pelo Sporting !!!Com tantas e tamanhas contradições; triste saga a minha :
- que mais me irá acontecer ???
Ora, e como se não (me) bastasse ter insónias e ser fraco de espírito, então não é que, hoje, e durante hora e meia, vou torcer pelo Sporting !!!
( Hipotético carro transportando para estrangeiro gestores afectados com esta “diatribe” governamental )
Ouviu-se no último ‘Quadratura do círculo’ (esse mesmo, o do inamovível, do vitalício Pacheco Pereira!) o argumento decisivo à defesa, embora a contragosto, da candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República. Como (quase) sempre, ‘cheguei’ tarde ao programa, a cerca de 5 minutos do seu termo, mais precisamente ao minuto 45, marcava o relógio da SIC/N. A tempo de escutar Lobo Xavier (outro dos residentes, ainda longe da ‘eternidade’ do Pacheco, mas para lá caminha), afirmar que ‘este’ candidato, pela sua personalidade, ‘irá ser sempre um problema, para o PS e para o BE’, evidenciando assim (ainda que de forma ínvia e não propositada) a maior independência deste face aos diferentes actores e potenciais suportes da sua candidatura – aquilo que, afinal, faz a força de um Presidente da República, a sua isenção partidária.
Da tragédia lusa à farsa mundial
Da tragédia grega à farsa lusa
A utopia conservadora contra o progresso
Ideais universalistas contra os fundamentalismos exclusivistas
Há qualquer coisa de perverso nas políticas económicas desenvolvidas por todo o Mundo para fazer face à crise, pois aquilo que todos parecem encarar como solução incontornável para lhe fazer frente, afinal demonstra-se, a longo prazo e nas condições actuais de funcionamento das sociedades (que já por mais de uma vez abordei), ser a fonte dos problemas com que presentemente se confrontam.
Incertezas, insatisfação, oportunidades...
É andando nos transportes públicos – uma “coisa” que governantes, chefes de gabinetes, assessores e quejandos da/na orla do poder não utilizam, pois fazem-se transportar em lustrosas “bombas”, com direito a motorista e pagos pelo erário publico – que se ausculta o sentir, o pulsar do pensamento da (nossa) “populis” …
Parece que foi ontem amigos.
O Boletim Estatístico do mês de Novembro, publicado pelo Banco de Portugal, revela que 2009 poderá ser o ano em que os portugueses mais investiram em paraísos fiscais.